domingo, 26 de maio de 2013

Elvis Presley não é Rei

Talvez o medo de arranhar o poder de Elvis Presley faça com quem entende dele ignorar o fato de que ele não é Rei do Rock e sim um dos maiores interpretes de musica em geral dos EUA. Um Rei precisa de ser completo naquilo que faz, compor as letras e musicas e canta-las. Elvis pela quantidade de bons Rocks passa longe, não chega a 25 o numero de musicas que realmente poderiam levar em consideração. Musicas Românticas ? Idem, neste caso pelo conjunto da obra  The Platters estejam passos  largos  a frente. Elvis vendia consideravelmente  musica Gospel,  Musicas Religiosas e também a  Country Music, isso claro em vida, pois a propaganda é a alma do negocio e o nome Elvis vende conforme se produz (reproduz) e se coloca a disposição, para nós brasileiros vem o “Rock”, não vem o Gospel, porque ? Não falamos inglês e o Gospel não possui uma beleza atrativa para nós consumidores, portanto ???. O seu empresário era o Coronel Ton Parker
Na noticia de sua morte o JORNAL NACIONAL da GLOBO: "...Elvis, com 42 anos, muito mais gordo e um casamento acabado vivia sozinho em sua mansão...e na solidão sempre assista o filme que conta a historia dele ELVIS ERA ASSIM, distante da gloria, do palco e das fãns ele revivia os tempos em que era o Rei do Rock'n'nRoll, foram quse 30 anos de musica..." Cid Moreira (Trata como "era o rei" e de 1954 a 1977 são 23 anos não quase 30) "...o presidente Carter, não decretou luto mas disse que sentia muito a morte do cantor por que via em Elvis um simbolo do bom humor, da vitalidade e da rebeldia do povo americano..." "...para muitos com a morte de Elvis Presley, desaparece tambem o ultimo grande vestigio de uma era vibrante, a dos anos 50, do Rock'n'roll e da um revolução marcante na musica americana..." Helio Costa (ultimo grande vestigio ? Os grandes do Rock'n'Roll inda estão ai, Chuck Berry, Liitle Richard..e fala vestigio em 1.977 ? O Rock'n'Roll faz estragos até hoje, isso mostra como era e inda é manipulada a noticia em geral:

Jornal Nacional e a morte de Elvis + Ultima canção
http://www.youtube.com/watch?v=EYbImr8SWio


Se Rei é do Gospel, Elvis a não ser coletaneas de "Rock" não fez simplesmente um disco inteiro de Rock, agradava a todos, gravava  o que despontava afogando a realidade dirigido por uma cupula branca. Para quem se criou no ambiente religioso, quem sabe ai o grande conflito de ELVIS PRESLEY, uma luta invencivel de quem ama seus vinvulos e se entrega aos Cassinos de Vegas, do homem puro que deixaou Priscilla com 14 anos para retornar a seus braços quando completou 18 anos,...sendo jogado as "Garotas, Garotas, Garotas" quando queria uma familia, um homem sem vicios, sem bebidas e sem cigarros sendo domado com todos os tipos de drogas, Será que quando acordou deste ciclo politico oculto, da cobiça descabida de quem lhe tem em contratos as obrigações de não poder ser simplesmente ELVIS AARON PRESLEY já estava morto ?? Então Elvis não foi Elvis, a não ser justamente quando em solidão, longe de microfones e cameras, longe de vinculos de trabalho, mas infelizmente só, com sua canção de lamento mais poderosa; "Always on my mind"

Sempre Em Meu Pensamento


Talvez eu não tenha te tratado
Tão bem quanto deveria
Talvez eu não tenha te amado
Com tanta frequência quanto poderia
Pequenas coisas que eu deveria ter dito e feito
Eu simplesmente nunca me dei ao trabalho


Você sempre esteve em meus pensamentos
Você sempre esteve em meus pensamentos


Talvez eu não te abracei
Todos aqueles solitários, solitários momentos
E eu acho que nunca te disse
Que sou muito feliz por você ser minha
Se eu fiz você se sentir triste, eu confesso
Garota, eu sinto muito, eu estava cego


Você sempre esteve em meus pensamentos
Você sempre esteve em meus pensamentos


Diga-me, Diga-me que seu doce amor não morreu
Me dê, Me dê mais uma chance
De te manter satisfeita, satisfeita


Pequenas coisas que eu deveria ter dito e feito
Eu simplesmente nunca me dei o trabalho
Você sempre esteve em meus pensamentos
Você sempre está em meus pensamentos
Você sempre está em meus pensamentos

                                               (words & music by wayne thompson - mark james - johnny christopher) 




O Rock é uma fusão natural, os próprios cultos Gospel já aceleravam com emoção as canções, novos instrumentos exigiam principalmente no palco uma postura  de energia mais exaltada, e quando surgiu o Rock ele estava lá ? Muitos dizem que ele inventou...Elvis foi lapidado, e num país ultra racista até mesmo nos dias de hoje, aceitar um Little Richard, um B. B. King, um  Chuck Berry como ídolos de uma nação inteira ??? Negativo, Elvis foi O CARA, depois do começo tímido ele foi dirigido  para assumir todas as frentes, foi manipulado sim a cantar quase todos os sucessos de sua época, musicas estrangeiras tipo “Its all or never”, italiana, “O Sole Mio”, tudo para Elvis, ou quase tudo.
Elvis não perde a importância pelos fatos omitidos mas erros históricos e declarações nunca antes feitas podem deixar as claras manipulações de um tempo que parece não mudar na América do Norte, América Central, do Sul, enfim... no mundo até os dias de hoje.


...Curiosidade: O “Rei” estava com 40 anos, pesava 120 quilos e, pasmem: Para entrar em seus macacões, usava espartilhos. Era um esforço supremo e cada roupa estranha custava algo em torno de 10 mil dólares. Nos anos 70, para aguentar o ritmo puxado e loucuras de todos os tipos com mulheres de todas as raças, cores e credos, Elvis passou a tomar uma possante “vitamina” (era assim que ele chamava as drogas que tomava): Dilaudid, uma potente morfina sintética, geralmente reservada a amputados e pacientes com câncer terminal.
Já nos anos 60, Elvis sofria de lupus, uma doença auto-imune que evolui quando o indivíduo possui quadros de depressão. Quando tratava da doença, Elvis tomava enormes e contínuas doses de cortisona que no efeito colateral traz uma fome insaciável e mudanças de humor. Na época, os médicos não sabiam como as doses deviam ser administradas – as doses tomadas pelo Rei não eram para humanos.
(Matérias fora do domínio diziam que ele comia cerca de 12 “bananas splits” de uma vez, precisava tomar remédio para comer e depois para parar de comer.)
A cortisona fazia parte de um protocolo (n.º 1) elaborado pelo Dr. Nick, o médico particular do mito. Então, para conseguir fazer os shows, Elvis Presley tomava um coquetel de remédios ministrados pelo médico particular. Horas antes da apresentação, o Dr. Nick aplicava no Rei uma dose de vitamina B-12 para sua “voz’, ministrava ervas, três supressores de apetite e testosterona. Depois, uma hora antes de entrar no palco, uma segunda dose para a voz (reclamava, constantemente, de dores na garganta), um descongestionante com anfetaminas e, se necessário, uma dose de Dilaudid.
Em seguida, momentos antes de entrar no palco, o protocolo n.º 3: cafeína, Dexedrina e mais dose de morfina. Quando terminava o show, tomava comprimidos para pressão, anti-histamínico, sedativos e demerol diluído. Antes de dormir, o Rei tomava um coquetel de Quaalude-Amytal-Placidyl, laxantes e comprimidos para pressão. Por fim, para findar o mortal ritual, o protocolo final incluía outro coquetel de Quaalude-Amytal.
Todas as manhãs, comia omelete com seis ovos, batatas douradas e 20 fatias de bacon. No jantar, quase meio quilo de bacon, porção quadrupla de purê de batatas com molho de carne, batia tudo num liquidificador e, quando virava papa, engolia tudo, de uma só vez. O que comia entre as refeições era suficiente para alimentar uma escola infantil: dezenas de sanduíches de manteiga de amedoim e geléia de uva, picolés de chocolate e jarras de iogurte.
 Tudo e muito mais está no livro sensacionalista do escritor David Comfort, “O Livro dos Mortos do Rock“(2010), que li de uma “tacada” só (são capítulos sobre vários ídolos mortos tragicamente). Mesmo que já tenhamos ouvido diversas histórias (fantasiosas ou não), a criatividade de algum escritor ainda me surpreende. Em determinado trecho do capítulo sobre o Elvis Presley, o escritor diz:
Doces eram como drogas para ele, assim como as drogas eram seus doces, e seu apetite por ambos era tão insaciável quanto compulsivo. Seus tratadores tinham de vigiá-lo de perto nos horários das refeições, pois muitas vezes ele apagava em virtude dos remédios e os alimentos parcialmente mastigados precisavam ser remolvidos de suas vias aéreas.
Uma pena que não tenha aguentado a pressão. No caso do Elvis, a fixação pela mãe era um sério motivo e após a sua morte o quadro piorou. Quanto aos números, os do “Rei do Rock” ainda impressionam: 97 álbuns de ouro, 53 singles de ouro e platina e 385 músicas nas paradas de sucesso. Estrelou 31 filmes e vendeu (em números atuais) mais de um bilhão de cópias.


,

Elvis Aaron Presley (East Tupelo, 8 de janeiro de 1935 — Memphis, 16 de agosto de 1977) foi um famoso músico e ator, norte-americano, sendo mundialmente denominado como Rei do Rock. É também conhecido pela alcunha Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 1950 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notasmusicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século XX.1
Acompanhado pelo guitarrista Scotty Moore e pelo baixista Bill Black, Presley foi um dos criadores do rockabilly, uma fusão de música country e rock´n´roll.
Elvis Aaron Presley nasceu na cidade de East Tupelo (East Tupelo seria agregada mais tarde à cidade de Tupelo, formando assim uma única cidade), no estado do Mississippi, no dia 8 de janeiro de 1935, único sobrevivente ao parto de gêmeos univitelinos. Seu irmão, Jessie Garon, nasceu morto.5 Na pequena cidade do interior dos Estados Unidos, ele aprendeu com a mãe e o pai a ser respeitoso, independentemente de aspectos de qualquer ordem, quer étnicos, sexuais e/ou sócio-económico-financeiros. Nos seus primeiros anos de vida, cresceu em meio aos destroços de um furacão que devastou sua cidade no dia 5 de abril de 1936. Esse triste facto ocasionou, mesmo o estado do Mississipi sendo na época um centro do racismo americano, uma união entre brancos e negros, que deixaram de lado por algum tempo, o conflito racial, tudo em prol da reconstrução da cidade. Em parte de sua primeira infância, esteve privado da figura do pai, preso em 1937, juntamente com o irmão de Gladys, devido a estelionato. Somando-se a isso, a família foi despejada da sua moradia, portanto, Gladys e Elvis tiveram que se mudar e acabaram por ir morar com os pais de Vernon. Vernon seria libertado no ano de 1941. Em 1945, Elvis participou num concurso de novos talentos na "Feira Mississippi-Alabama", onde conquistou o segundo lugar e o prémio de 5 dólares, mais ingressos para todas as diversões. Elvis, na ocasião, cantou Old Shep, canção que retrata o desespero de um menino pela perda de seu cão. No mesmo ano, o seu pai presenteou-o com um violão, que passou a ser a sua companhia constante, inclusive na escola. Elvis e a família mudaram-se para Memphis no dia 12 de setembro de 1948. A família Presley morou por bastante tempo em condições precárias. No período de 1948 até 1954, Elvis trabalhou em várias actividades. Foi lanterninha de cinema e motorista de caminhão. Concluiu seus estudos em 1953. Nas horas vagas, cantava e tocava seu violão e, eventualmente, onde possível, arriscava alguns acordes ao piano. Reza a lenda que apreciava cantar na penumbra e até em breu total. As suas influências musicais foram a pop da época, particularmente Dean Martin; a country; a música gospel, ouvida na 1ªIgreja Evangélica Assembleia de Deus da sua cidade; o R&B, capturado na histórica "Beale Street", em sua adolescência, na cidade de Memphis; além de seu apreço pela música erudita particularmente a ópera. Um de seus maiores ídolos era o tenor Mario Lanzar e, naturalmente, cantores gospel como J. D. Sumner, seu preferido.

Anos 50 

Começo da carreira profissional 




Em 18 de julho de 1953 e posteriormente em 4 de janeiro, 5 de junho e 26 de junho de 1954, Elvis grava algumas canções de forma experimental, no "Memphis Recording Service", filial da Sun Records.
Entretanto, em julho de 1954, Elvis entra em estúdio e grava outras canções iniciando assim sua carreira profissional. No dia 5 de julho de 1954,6 considerado o "marco zero" do rock, Elvis ensaiava algumas canções , até que, em um momento de descontração, de forma improvisada, começou a cantar o blues "That's All Right, Mama" de Arthur Crudup, provocando em Sam Phillips um grande entusiasmo. Surgia então o rockabilly, uma das primeiras formas do rock'n and roll. "Take" realizado, nova canção, no gênero, foi concebida; dessa vez, "Blue Moon of Kentucky", um tema bluegrass que foi gravado com a mesma levada de "That's All Right, Mama". Ambas comporiam seu primeiro disco, um "compacto simples" (single). Participaram das sessões, além de Elvis e Sam, o guitarrista Scotty Moore e o baixista Bill Black.
No dia 7 de julho as duas canções são executadas pela primeira vez numa rádio de Memphis, o resultado é um sucesso absoluto. Devido a toda essa repercussão, Elvis é convidado a dar uma entrevista, sua primeira como cantor profissional. A canção "Blue Moon Of Kentucky" chega ao primeiro lugar na parada country da Billboard na cidade de Memphis e "That's All Right" atinge o quarto lugar da mesma parada. Já no dia 17 de julho ele realiza o seu primeiro espetáculo na cidade de Memphis, em 2 de outubro ele faz seu primeiro espetáculo fora de Memphis, a cidade escolhida foi a capital do Country, Nashville. Em 8 de outubro, Elvis faz sua primeira apresentação fora do estado do Tennessee, a cidade escolhida é Atlanta naGeórgia. No dia 16 do mesmo mês Elvis tem provavelmente o seu primeiro grande momento na carreira, ele realiza na cidade de Shreveport no estado da Louisiana um espetáculo que era transmitido pela rádio local de enorme sucesso na época chamado "Louisiana Hayride", onde foi recebido de forma bastante entusiasmada pela plateia. O ano de 1955 pode ser avaliado como a génese do sucesso nacional de Elvis. Além das inúmeras polémicas em torno das suas apresentações. Somando-se a isso, as suas performances em programas de rádio e algumas apresentações em programas locais de televisão, onde ele se destaca. As suas canções começam a fazer sucesso nacionalmente,"Mystery Train" chega ao 11º lugar na parada nacional country da Billboard, "Baby, Let's Play House" atinge o 5º posto na mesma parada, até culminar com a primeira canção "número um" nos charts nacionais, canção denominada "I Forgot To Remember To Forget". Neste mesmo ano ele conheceria o seu empresário Tom Parker, que agenciaria sua carreira ao longo de sua vida. Apesar dos múltiplos rumores, dos quais o próprio Elvis fora sabedor, apenas nos anos 80 revelou-se, publicamente, seu verdadeiro nome e nacionalidade. Parker recebera título-honorário, seu verdadeiro nome era Andreas Cornelius van Kuijk, oriundo da Holanda e nascido em 1909. A biografia de Parker é enormemente polêmica, controvertida e ambivalente, assim como sua função empresarial. Em novembro de 1955, após expressiva repercussão, seu contrato foi vendido para RCA Victor.

Fama e a consagração mundial 


Em 1956, Elvis tornou-se uma sensação internacional. Com um som e estilo que, uníssonos, sintetizavam suas diversas influências, ameaçavam a sociedade conservadora e repressiva da época e desafiavam os preconceitos múltiplos daqueles idos, Elvis fundou uma nova era e estética em música e cultura populares, consideradas, hoje, "cults" e primordiais, mundialmente. Suas canções e álbuns transformam-se em enormes sucessos e alavancaram vendas recordes em todo o mundo. Elvis tornou-se o primeiro "mega star" da música popular, inclusive em termos de marketing. Muitos postulam que essa revolução chamada rock, da qual Elvis foi emblemático, teria sido a última grande revolução cultural do século XX; já que, as bandas, cantores e compositores que surgiram nas décadas seguintes - e fizeram muito sucesso, foram influenciados, de alguma maneira, direta ou indiretamente por Elvis. O que pode ser considerado verdade. O preço do pioneirismo transformador, entretanto, é altíssimo. Elvis foi implacavelmente perseguido pelos múltiplos segmentos reacionários estadunidenses e por todas as etnias. Os brancos, preconceituosos burgueses representantes da classe dominante, achavam-no vulgar, enquanto representante de uma estética popular, cuja interface negra - o rock, "filho" também do R&B - era uma música de negros e para negros e, por isso, considerada "menor" por aquele grupo dominante. Já os negros, achavam que por ser uma música de origem negra, nenhum branco deveria representá-la e divulgá-la, mormente para um faturamento que sempre lhes fora negado. Elvis, em verdade, foi perseguido e tornou-se vítima de muitos preconceitos por ir de encontro a um sistema estabelecido e quiçá por ter origens humildes, um "caipira sulista", fato pelo qual ele sempre foi discriminado.

Muitos de seus admiradores postulam que somente o seu talento e perseverança o mantiveram "vivo" até os dias atuais e que a descrição de que ele só fez sucesso por possuir uma aparência de certa forma agradável, não é mais considerada como uma versão admissível pelos biógrafos sérios e historiadores daquela época e da música, sendo consideradas nos dias atuais como risíveis e recheadas de clichê. Mas Elvis superou as adversidades, ainda que a pecha da vulgaridade tenha permanecido no seio dos segmentos mais ostensivos às camadas mais populares. Tornou-se o "O Rei da Guitarra Elétrica"! - lembram os estudiosos de sua obra, com propriedade, o gênero que, curiosamente, menos interpretou quantitativamente; título outorgado primeiramente pela revista Variety. Até os dias atuais, Elvis é lembrado como um dos maiores nomes da música em todos os tempos, ainda que sua importância maior talvez ainda esteja por ser estudada e compreendida, por epistemólogos da Sociologia e Psicanálise, principalmente. Suas apresentações televisivas quebraram todos os recordes de audiência, além das inevitáveis polêmicas geradas por suas performances explosivas. Podem ser citadas como exemplos, as interpretações de "Hound Dog" nos programas de Ed Sullivan e Milton Berle. Um fato bastante propalado e que evidencia esse momento são as famosas censuras em torno de suas apresentações televisivas, fato comprovado pelas apresentações onde ele foi filmado da cintura para cima, uma em 1956 no programa "The Steve Allen Show" e outra em1957 no programa "The Ed Sullivan Show". Em 1 de abril de 1956 Elvis grava uma performance em cores da canção "Blue Suede Shoes", cena esta que fazia parte de um teste feito pela 20th Century Fox para o filme "Love Me Tender", sendo que a referida cena não foi transmitida na época, tendo permanecido nos arquivos da "FOX" até finais da década de 1980, essa talvez tenha sido sua primeira performance em cores, afinal, naquela época a transmissão em cores estava em seu início.



Os filmes "Love Me Tender", "Loving You", "Jailhouse Rock" e "King Creole" foram um grande sucesso de público e, principalmente, os dois últimos, também tiveram seus méritos reconhecidos pela crítica especializada. No mês de Outubro de 1956, Elvis realiza um espetáculo na cidade de Dallas no estádio "Cotton Bowl" para um público estimado de 27 mil pessoas, algo incomum para um artista solo naqueles idos. Em janeiro de 1957, em sua última apresentação no programa de Ed Sullivan, Elvis provocou uma enorme celeuma, quando, contra a vontade do apresentador, cantou a música gospelpreferida de sua mãe, "Peace In The Valley". A repercussão foi imediata e polêmica, levando-o à gravação de seu primeiro disco gospel, um EP (compacto duplo com quatro canções). No final de 1957, um show realizado no Pan Pacific de Los Angeles foi considerado um dos maiores momentos da carreira de Elvis, por sua sensual e arrebatadora apresentação, considerada escandalosamente provocativa pelos puritanos da época. No mesmo ano de 1957, Elvis se apresentou no Canadá, os seus únicos shows fora dos Estados Unidos, em um total de cinco espetáculos que abalaram o país vizinho. Neste ano, Elvis adquiriu a mansão Graceland, sua eterna morada. Em 1959 conhece Priscilla Beaulieu (que tinha 14 anos na época), que viria a ser sua mulher alguns anos mais tarde.

Hollywood, bons e maus momentos 
No período de 1960 até 1965, os seus filmes são um grande sucesso de público no mundo inteiro. Alguns críticos mais generosos, ainda que implacáveis acerca da qualidade duvidosa das películas, clamavam por melhores oportunidades e personagens para Elvis Presley que, entretanto, envolvido em uma ciranda mercadológica, não se dispunha a aprender o ofício e frequentar Escolas de Artes Cênicas confiáveis, para aprimorar-se no ofício - a exemplo de Marlon Brando, e muitos outros. Ainda assim, sua versatilidade esteve presente e vários gêneros foram visitados, sendo elogiado por algumas de suas performances, mesmo os roteiros não sendo avaliados como satisfatórios, ou seja, ele fazia a sua parte com méritos, mesmo não possuindo material de qualidade - entre os gêneros apresentados em seus filmes podem ser destacados, "musical", "faroeste", "drama" e "comédia" - os maiores e melhores destaques nesse período foram, Flaming Star (1960), Wild In The Country (1961), Follow That Dream (1962), Kid Galahad (1962), Fun in Acapulco (1963), Viva Las Vegas (1964), Roustabout (1964). A partir de 65, seus filmes e trilhas-sonoras perderam qualidade drasticamente, configurando período de grande alienação e tédio pessoal para o artista. Durante as filmagens de "Viva Las Vegas", em 1963, os protagonistas, Elvis e Ann-Margret, sueca de beleza estonteante, apaixonaram-se intensamente; o que legou bons resultados ao produto final. E muita especulação na mídia. O filme "Viva Las Vegas" é considerado um de seus melhores momentos no cinema, sendo muito elogiado até os dias atuais
Fun in Acapulco é um álbum da trilha sonora do filme de Elvis Presley de 1963. O maior sucesso de toda a trilha foi "Bossa Nova Baby", apesar do nome, ela não era do gênero popularizado por João Gilberto, Tom Jobim e Vinícius de Morais, no entanto, ele viria a gravar esse gênero musical com uma composição do brasileiro Luis Bonfá de 1968, a canção chama-se "Almost In Love". A canção "Guadalajara" é interpretada por Elvis em espanhol. Neste álbum, Elvis é elogiado por estar em um de seus melhores momentos vocais, um exemplo é a canção "Love Me Tonight".

Virada na carreira 





Apesar da fase de pouca qualidade em seus filmes e respectivas trilhas-sonoras, o ano de 1967 será lembrado pelo lançamento do disco que seria considerado um "divisor de águas" na carreira de Elvis, o gospel How Great Thou Art; decorrente de radical mudança em sua produção musical. O álbum surpreendeu o mundo, gradativamente, transformou-se em um grande sucesso de crítica e público; sendo, posteriormente, agraciado com um honroso Grammy, o Oscar da música. De alguma forma, o fonograma - de grande qualidade - e seus resultados, aguçou e excitou musicistas, produtores, fãs e o grande público. Bem produzido e com peças esmeradas, Elvis Presley dera indícios de sua vitalidade e criatividade, ainda em franca ascensão e plena maturidade musical. Fundou-se, portanto, um tempo de bons arranjos e melhor seleção musical. Ocorreram profundas mudanças em seus tons, na própria tessitura vocal e, consequentemente, em seus registros. Gradativamente, a própria extensão seria privilegiada, com comprometimento da afinação. No mesmo ano, Elvis Presley finalmente casou-se com Priscilla Beaulieu, já residente em Graceland, Memphis, desde meados da década, o matrimônio foi realizado na cidade de Las Vegas. Nesse período, entre 1967 e 1968, foram lançados alguns compactos muito elogiados; realmente, enormemente criativos e interessantes - goste-se ou não de Elvis Presley, reconhecerão seus ouvintes. Tudo devido as sessões de gravação ocorridas ainda em 1966, mais precisamente em maio e junho, onde o repertório foi sendo aprimorado qualitativamente, gerando além do álbum "How Great Thou Art", outras canções de bom nível como "Indescribably Blue", "I'll Remember You" e "If Every Day Was Like Christmas". O mesmo pode ser percebido em 1967 em canções como "Suppose", "Guitar Man", "Big Boss Man", "Singing Tree", "Mine", "You'll Never Walk Alone". No período de 66/67, Elvis realiza várias sessões caseiras, onde ele interpreta várias canções de vários estilos e épocas distintas, mostrando um talento intuitivo e natural, no entanto, essas gravações só cairam no conhecimento do público, em sua grande maioria, no final da década de 1990. Em 1 de fevereiro de 1968 nasce a sua primeira e única filha: Lisa Marie Presley.




Morte 

Túmulo de Elvis em Graceland.
Na noite de 15 de agosto Elvis vai ao dentista por volta das 11:00 da noite, algo muito comum para ele. De madrugada ele volta a Graceland, joga um pouco de tênis e toca algumas canções ao piano, indo dormir por volta das 4 ou 5 da madrugada do dia 16 de agosto. Por volta das 10 horas Elvis teria levantado para ler no banheiro, o que aconteceu desse ponto até por volta das duas horas da tarde é um mistério. O desenlace ocorreu, possivelmente, no final da manhã, no banheiro de sua suite, na mansão Graceland, na cidade de Memphis, no Tennessee. Os fatores predisponentes sistêmicos, os hábitos cotidianos e as circunstâncias que culminaram com a morte de Elvis Presley, são dos pontos mais polêmicos e controvertidos entre seus biografos e fãs. Elvis só foi encontrado morto no horário das duas horas da tarde por sua namorada na época, Ginger Alden. Logo após, o seu corpo é levado ao hospital "Memorial Batista" e sua morte confirmada.
A morte de Elvis Aaron Presley no dia de 16 de agosto de 1977, causada por colapso fulminante associado à disfunção cardíaca, surpreendeu o mundo, provocando comoção25 como poucas vezes fora vista em nossa cultura. Os fãs se aglomeraram em maior número em frente a mansão. As linhas telefônicas de Memphis estavam tão congestionadas que a companhia telefônica pediu aos residentes para não usarem o telefone a não ser em caso de emergência. As floriculturas venderam todas asflores em estoque. O velório aconteceu no dia 17. Alguns, dos milhares de fãs, puderam ver o caixão por aproximadamente 4 horas.
Por volta das 3 da tarde do dia 18 de agosto a cerimônia para familiares e amigos foi realizada, com canções gospel sendo cantadas pelos "Stamps" (Grupo vocal gospel) e por Kathy Westmoreland (cantora), ambos fizeram parte do grupo musical de Elvis na década de 1970. Após a cerimônia todos foram levados até o cemitério em limusines, logo em seguida o corpo de Elvis é enterrado. Mas para os fãs e apreciadores de artistas que viraram ícones, a morte física de Elvis pouco importa. E para seus admiradores, enquanto houver desejo e emoção, Elvis Presley viverá.26
Dois meses após a morte do Rei do Rock, seu corpo e de sua falecida mãe foram retirados da cripta do Cemitério de Forest Hill, em Memphis e levados para um túmulo novo, dentro dos limites da residência de Graceland

Medicamentos 

O que está provado é que ele se viciou em medicamentos, perdendo totalmente o controle a partir dos anos 70, quando o dr. George Nickopoulos receitava abusivas doses de medicamentos para Elvis, culminando assim na sua morte em 1977. O referido médico foi levado ao Tribunal em 1981, acusado de receitar a Elvis um tratamento médico "ultrajante", mas foi absolvido. O fato é que Elvis era uma pessoa altamente complexa em sua vida pessoal e artística, uma pessoa de temperamento difícil, transformava-se de um instante para outro de uma pessoa alegre, simpática e falante em uma pessoa carrancuda e até mesmo infeliz; era, segundo pessoas próximas, hipocondríaco, o que talvez explique sua paranóia pela leitura de bulas de remédios e a alta quantidade de remédios que ingeria, tinha problemas no cólon (descolamento), o que lhe causava horríveis dores, além de problemas no fígado, essas enfermidades deterioraram todo o seu organismo e provocaram o mal cardíaco culminando com sua morte. Segundo J. D. Sumner, Elvis relatou em certa ocasião que tinha a impressão que não alcançaria os 50 anos de idade, pelo fato de outros familiares terem falecido antes de completar essa idade.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O que é HIPPIE ??


Para ser direto, o Hippie copiou o estilo de Mahatma Gandhi, não cooperação, fazer sua propria roupa, não violencia, o amor.
O Rock foi o estilo mais potente de contestação utilizado.
No caso americano foi unica e exclusivamente voltado a sua guerra interna (EUA x EUA), sobre a Guerra do Vietnã. Obviamente os jovens não queriam ir para uma guerra mentirosa, suja como era mas arrumaram uma maneira diferenciada "evoluida" de não cooperação com o exercito, 

A formula que o exercito não comporta no "contingente"

     1º: Drogas
     2º: Tatuagens
     3º: Desajustados, barbudos, cabeludos e fazendo sexo ao ar livre.

Este conjunto era a formula ideal para uma recusa do recrutamento
Depois do periodo do Vietnã, é nostalgia de quem viveu essa realidade exclusiva dos EUA, para o restante do mundo e a geração posterior americana é modismo.

A geração "SEXO, DROGAS E ROCK "N" ROLL"



Os "hippies" (no singular, hippie) eram parte do movimento de contracultura dos anos 1960. Embora tendo uma relativa queda de popularidade nos anos 1970 nos EUA, o movimento apenas ganhou mais força em países como o Brasil somente nessa década.
Uma das frases idiomáticas associada a este movimento foi a célebre máxima "Paz e Amor" (em inglês "Peace and Love") que precedeu a expressão "Ban the Bomb", a qual criticava o uso de armas nucleares. Mais info
As questões ambientais, a prática de nudismo, e a emancipação sexual eram ideias respeitadas recorrentemente por estas comunidades.
Adotavam um modo de vida comunitário, tendendo a uma espécie de socialismo-libertário ou estilo de vida nômade e à vida em comunhão com a natureza, negavam o nacionalismo e a Guerra do Vietnã, bem como todas as guerras, abraçavam aspectos de religiões como o budismo, hinduísmo, e/ou as religiões das culturas nativas norte-americanas e estavam em desacordo com valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas extremistas e totalitárias. Eles enxergavam o patriarcalismo, o militarismo, o poder governamental, as corporações industriais, a massificação, o capitalismo, o autoritarismo e os valores sociais tradicionais como parte de uma "instituição" única, e que não tinha legitimidade.
Origens
O termo derivou da palavra em inglês hipster, que designava as pessoas nos EUA que se envolviam com a cultura negra, e.x.: Harry The Hipster Gibson. Em 6 de setembro de 1965, o termo hippie foi utilizado pela primeira vez, em um jornal de São Francisco, um artigo do jornalista Michael Smith. * A eclosão do movimento se deu em consequencia do surgimento da chamada Geração Beat, os beatniks, uma leva de escritores e artistas que, primeiramente, assumiram os comportamentos copiados pelos hippies.
Com a palavra "beat", John Lennon, transformado em um dos principais porta-vozes pop do movimento hippie, criou o nome da sua banda - The Beatles. Tanto o termo beatnik como o termo hippie assumiam sentido pejorativo para a grande massa norte-americana.

Estilo e comportamento
Nos anos 60, muitos jovens passaram a contestar a sociedade e a pôr em causa os valores tradicionais e o poder militar e econômico. Esses movimentos de contestação iniciaram-se nos EUA, impulsionados por músicos e artistas em geral.
Os hippies defendem o amor livre e a não-violência.
O lema "Paz e Amor" sintetiza bem a postura política dos hippies, que constituíram um movimento por direitos civis, igualdade e anti-militarismo nos moldes da luta de Gandhi e Martin Luther King, embora não tão organizadamente, mantendo uma postura mais anárquica do que anarquista propriamente, neste sentido.
Como grupo, os hippies tendem a viver em comunidades coletivistas ou de forma nômade, vivendo e produzindo independentemente dos mercados formais, usam cabelos e barbas mais compridos do que era considerado "elegante" na época do seu surgimento. Muita gente não associada à contracultura considerava os cabelos compridos uma ofensa, em parte por causa da atitude iconoclasta dos hippies, às vezes por acharem "anti-higiênicos" ou os considerarem "coisa de mulher".
Foi quando a peça musical Hair saiu do circuito chamado off-Broadway para um grande teatro da Broadway em 1968, que a contracultura hippie já estava se diversificando e saindo dos centros urbanos tradicionais.
Os Hippies não pararam de fazer protestos contra a Guerra do Vietnã, cujo propósito era acabar com a guerra. A massa dos hippies eram soldados que voltaram depois de ter contato com os Indianos e a cultura oriental que, a partir desse contato, se inspiraram na religião e no jeito de viver para protestarem.
Seu principal símbolo era a Figura circular com 3 intervalos iguais.

Outros legados
  • Roupas velhas e naturalmente rasgadas, para ir em oposição ao consumismo, ou então roupas com cores berrantes para fazer apologia a psicodelia, além de diversos outros estilos incomuns (tais como calças boca-de-sino, camisas tingidas, roupas de inspiração indiana).
  • Predileção por certos estilos de música, como rock psicodélico The Beatles, Grateful Dead, Jefferson Airplane, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Led Zeppelin, Quicksilver Messenger Service, The Doors, Pink Floyd, The Kinks, Bob Dylan, Raul Seixas, Neil Young, Mutantes, Zé Ramalho, Secos & Molhados, os tropicalistas (Caetano, Gil, etc), Novos Baianos, A Barca do Sol , soft rock como Sonny & Cher ,Hard Rock como The Who. Também apreciavam o Goa Trance, isto, quando hippies viajantes, buscadores espirituais e um sem-número de pessoas ligadas a manifestações de contracultura, munidos de conhecimento técnico de produção de música electrónica e de um puro desejo de curtir e experimentar, desenvolveram, de forma intuitiva, um novo estilo sonoro. Um dos principais fundadores deste movimento foi Goa Gil.
  • Às vezes tocar músicas nas casas de amigos ou em festas ao ar livre como na famosa "Human Be-In" de San Francisco, ou no Festival de Woodstock em 1969. Atualmente, há o chamado Burning Man Festival.
  • Amor livre e sem distinções.
  • Ideais anarquistas de comunidades igualitárias e total liberdade não violenta.
  • Rejeição à produtos industrializados, consumo de produtos artesanais, principalmente na alimentação a opção por produtos naturais e orgânicos.
  • Vida em comunidades onde todos os ditames do capitalismo são deixados de lado. Por exemplo, todos os moradores exercem uma função dentro da comunidade, as decisões são tomadas em conjunto, normalmente é praticada a agricultura de subsistência e o comércio entre os moradores é realizado através da troca. Existem comunidades hippies espalhadas no mundo inteiro; vivem para a subsistência.
  • O incenso e meditação são parte integrante da cultura hippie pelo seu caráter simbólico e quase religiosos;
  • Uso de drogas como marijuana (maconha), haxixe, e alucinógenos como o LSD e psilocibina (alcalóide extraído de um cogumelo), visando a "liberação da mente", seguindo as ideias dos beats e de Timothy Leary, um psicólogo proponente dos benefícios terapêuticos e espirituais do LSD. Porém muitos consideravam o cigarro feito de tabaco como prejudicial à saúde. O uso da maconha era exaltado também por sua natureza iconoclasta e ilícita, mais do que por seus efeitos psico-farmacêuticos;
  • Culto pelo prazer livre, seja ele físico, sexual ou intelectual.
  • Repúdio à ganância e à falsidade.
  • Quanto à participação política, mostravam algum interesse, mas nunca de maneira tradicional. Eram adeptos do pacifismo e, contrários à guerra do Vietnã, participaram de algumas manifestações anti-guerra dos anos 60, não todas, como se acredita. Nos EUA, pregaram o "poder para o povo". Muitos não se envolvem em qualquer tipo de manifestação política por privilegiarem muito mais o bem estar da alma e do indivíduo, mas assumem uma postura tendente à esquerda, geralmente elevando ideais anarquistas ou socialistas. São contra qualquer tipo de autoritarismo e preocupados com as questões sociais como a discriminação racial, sexual, etc.
  • Fome intelectual insaciável. Raramente são adeptos à muitas inovações tecnológicas, preferindo uma vida distante de prazeres materiais.
  • Misticismo
Por volta de 1970, muito do estilo hippie se tornou parte da cultura principal, disseminando a sua essência por todas as áreas das sociedades atuais. A liberdade sexual, a não-discriminação das minorias, o ambientalismo e o misticismo atual são, em larga medida, produto da contestação hippie.
No entanto, a grande imprensa perdeu seu interesse na subcultura hippie, apesar de muitos hippies terem continuado a manter uma profunda ligação com a mesma. Como os hippies tenderam a evitar publicidade após a era do Verão do Amor e de Woodstock, surgiu um mito popular de que o movimento hippie não mais existia. De fato, ele continuou a existir em comunidades mundo afora, como andarilhos que acompanhavam suas bandas preferidas, ou às vezes nos interstícios da economia global. Ainda hoje, muitos se encontram em festivais e encontros para celebrar a vida e o amor, como no Peace Fest e nas reuniões da família arco-íris.
No Brasil temos algumas comunidades Hippies espalhadas por praias e comunidades alternativas. Neste contexto, destacam-se a cidade mineira de São Tomé das Letras, o vilarejo Trindade em Parati, RJ, Pirenópolis em Goias, Trancoso e Arembepe na Bahia, etc. No cenário musical, destacam-se o cantor Raul Seixas e a banda Mutantes, que fizeram grande sucesso nos anos 60 e 70 e tem milhares de fãs ainda hoje. Na cena musical contemporânea, destaca-se o cantorVentania, marcante referência de São Tomé das Letras, MG. Ventania tem em seu repertório inúmeras obras, que falam desde o livre pensar ao desapego material, cultuando a natureza e os ideais Hippies. Há ainda inúmeros festivais Brasil afora, como o Festival Psicodália que se realiza anualmente no sul do Brasil, normalmente em Santa Catarina, e reune mais de 5.000 pessoas por edição.

Materia: Giorgi Denner

CAUBY PEIXOTO


CAUBY PEIXOTO

Dia 21 de Maio de 2013, Stream Palace: Cauby, entre projetos e desejos: "Ainda estou gravando, espero gravar boas musicas para reconquistar esse publico maravilhoso que é meu, sempre foi meu, se eu gravar bem será publico meu novamente...e que eu respeito muito."


Cauby esta com 82 anos de idade, simpatico aos extremos, atencioso...


Dia 22 de Maio de 2013, Casa do Dedé; Pode parecer simples, mas a magia de Cauby Peixoto e o publico (casa lotada), claro que com um publico maduro mas com jovens iluminados fazendo uma torcida reciproca aos sentimentos do cantor também, começando pela Casa onde se caminha da entrada até o palco lentamente, com quase todos de pé, e até momentos da primeira musica com algumas pessoas defendendo o seu campo de visão como algo muito precioso, e o sendo. Esses fatos nos salva ainda de que não precisamos de uma mídia jornalística comprada pelo modismo e pela falsa musica descartável e sem conteúdo, precisamos de um Cauby Peixoto, um Chico Buarque, um Caetano, Milton...para termos  o sentimento incorruptível de amor a nossa cultura, para não dizer dos nossos ídolos  e darmos a eles a responsabilidade da cura, sendo. A cura ?? Sim, pela dose de uma rara substancia que nos remedia antes do mal chegar, remédio para alma, para o espirito, para podermos ter o orgulho de poder ter vivido estes momentos, poder ter mais...






Dia 23 de Maio de 2013, Casa do Dedé; A despedida, talvez por isso, desta vez o publico um pouco mais febril, uma magia de posse que se reflete tambem no palco, Cauby está mais solta e mais energico, esta intimo do seu lar, e se vive para cantar, é por cantar que vive, e a mistica ressoa atraves de canções e da face feliz de quem ouve...



Momentos especiais, Dedé Cruz é convidado a subir ao palco e cantar uma musica junto a Cauby, depois Angélica Alves e novamente Dedé Cruz, ambos elogiados pelo cantor, isso tem significados múltiplos, é marcante para os profissionais de palco e para o publico, afinal, temos bons músicos em nossa região e estes acontecimentos nos premiam.


Documentário "Cauby – Começaria Tudo Outra Vez", que retrata a trajetória profissional do cantor carioca, deve estrear nas telonas brasileiras no segundo semestre.  documentário  sobre os 60 anos de carreira de Cauby Peixoto do diretor Nelson Hoineff , previsão para o segundo semestre de 2013.

Fotos & materia: Giorgi Denner

Quem é CAUBY ??





Cauby Peixoto Barros nasceu em Niterói RJ em 10 de Fevereiro de 1934. De família de artistas populares, o pai, conhecido por Cadete, tocava violão, a mãe tocava bandolim, o tio, Nono (Romualdo Peixoto) era pianista e homem de Rádio, o primo Ciro Monteiro foi cantor e compositor famoso, os irmãos Moacir e Araquem tornaram-se instrumentistas e a irmã Andiara foi cantora. Estudou num colégio de padres salesianos no Rio de Janeiro RJ, e já no tempo de estudante cantava no coral da igreja. Mais tarde, quando trabalhava no comercio, apresentou-se no programa de calouros da Rádio Tupi, Hora dos Comerciários, patrocinado pelo SESC e dirigido pela pianista Babi de Oliveira, conseguindo então chamar a atenção da Revista do Rádio, em 1949. Cantou também no conjunto de seu irmão Moacir, na boate carioca Casablanca e, em 1951, gravou seu primeiro disco, pela Som, lançando o samba Saia branca (Geraldo Medeiros), para o Carnaval. Em 1952, mudou- se para São Paulo SP, passando a cantar nas boates Oásis e Arpege, e na Rádio Excelsior, destacando-se sempre com repertório de músicas estrangeiras. Por volta de 1954, foi ouvido pelo empresário Di Veras, que, pretendendo renovar o elenco da Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, então dominado por ídolos como Emilinha Borba e Orlando Silva, o convidou para atuar naquela emissora. Seu lançamento na Rádio foi preparado nos moldes norte-americanos, com grande publicidade e muita promoção, e, em pouco tempo, ele também se tornaria um ídolo, adorado e perseguido pelas fãs. Sua imagem foi forjada para agradar: vestindo-se de maneira extravagante para a época, e colocando trinados e versos inexistentes em suas canções, criou um tipo diferente, obtendo sucesso imediato. Ainda em 1954, gravou com êxito o foxBlue Gardenia (Bob Russel e Lester Lee, versão de Antônio Almeida e João de Barro) e, nos cinco anos seguintes, foi considerado o cantor mais popular do pais. Em 1956 gravou em disco de 78 rpm, pela Columbia, Conceição (Jair Amorim e Dunga), que se transformou no maior sucesso de seu repertório. Da Rádio Nacional, passou para a Rádio Tupi e gravou Nono mandamento (Rene Bittencourt e Raul Sampaio), em 1957; Prece de amor (Rene Bittencourt), em 1958; Ninguém é de ninguém (Humberto Silva, Toso Gomes e Luís Mergulhão) e É tão sublime o amor (P. Francis Webster e Sammy Fain, versão de Antônio Carlos). Depois de aparecer na revista norte-americana Time como o maior ídolo da canção popular brasileira, foi convidado para uma excursão aos EUA, onde gravou, com o nome de Ron Coby, um LP com a orquestra de Paul Weston, cantando em inglês. De volta ao Brasil, comprou, em sociedade com os irmãos, a boate carioca Drink, passando a se dedicar mais a administração da casa e interrompendo, assim, suas apresentações. Em 1959, retornou aos EUA para uma temporada de 14 meses, durante os quais realizou espetáculos, apresentou-se na televisão e gravou, em inglês, Maracangalha (Dorival Caymmi), que recebeu o titulo de I Go. Numa terceira visita aos EUA, algum tempo depois, participou do filme Jamboreé, da Warner Brothers. Durante toda a década de 1960, limitou-se a apresentações em boates e clubes. Em 1970 reapareceu como vencedor do Festival de San Remo, na Itália, classificando em primeiro lugar a música que defendeu, Zíngara (R. Alberteli, versão de Nazareno de Brito). Em 1971 participou do VI FIC da TV Globo, no Rio de Janeiro, cantando Verão vermelho (Sérgio Ferreira da Cruz). A partir da década de 1970, passou a se apresentar em programas de televisão no Rio de Janeiro, e a realizar pequenas temporadas em casas de diversão noturnas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Em 1979 apresentou-se também em Vitoria ES e Recife PE, no Projeto Pixinguinha da Funarte, ao lado de Zezé Gonzaga. Em 1980, em comemoração aos 25 anos de carreira, lançou pela Som Livre o disco Cauby, Cauby, com músicas feitas especialmente para ele por Caetano Veloso (Cauby, Cauby), Chico Buarque (Bastidores), Tom Jobim (Oficina), Roberto e Erasmo Carlos (Brigas de amor) e outros. No mesmo ano, apresentou-se nos showsBastidores, da Funarte, Rio de Janeiro, e Cauby, Cauby, os bons tempos voltaram, na boate Flag, São Paulo. Em 1982 apresentou no 150 Nigth Club, em São Paulo, ao lado dos irmãos Moacir (piano) e Araquem (piston) e lançou o LP Ângela e Cauby, o primeiro encontro dos dois cantores em disco, com sucessos como Começaria tudo outra vez (Gonzaguinha), Recuerdos de Ipacaray (Z. de Mirkin e Demetrio Ortiz) e a valsa Boa-noite, amor (José Maria de Abreu e Francisco Matoso). Em 1989, os 35 anos de carreira foram comemorados no bar e restaurante A Baiuca, em São Paulo, ao lado dos irmãos Moacir, Araquem e Iracema e Andiara (vozes). No mesmo ano, a RGE relançou o LP Quando os Peixotos se encontram, de 1957. Em 1993 foi o grande homenageado, ao lado de Ângela Maria, no Prêmio Sharp de Música. Em 1996, foi lançada pela Columbia caixa com 2 CDs abrangendo suas gravações de 1953 a 1959, com sucessos como Conceição.
Biografia: Enciclopédia da Música Brasileira 
Art Editora e PubliFolha


quarta-feira, 8 de maio de 2013

TIRANDO DE LETRA - DANIEL MUNDURUKU



TIRANDO DE LETRA - DANIEL MUNDURUKU 
                              SESC Ribeirão Preto -  De 10 de maio a 08 de setembro de 2013


Palco central da abertura do evento que teve ainda os espaços ricamente ilustrados com tematica indigena.


DANIEL MUNDURUKU  e convidados de varias etnias, de varios estados sendo Xavante MT, Terena MS, Guarani, Sataré-Mawé AM, Kaxinawá  AC, Krenak MG, ...fato raro para uma cidade que não é capital e ainda do estado de São Paulo.



De 10 de maio a 8 de setembro. Este projeto de literatura dedicado especialmente para crianças e jovens pretende, por meio de diferentes ações a partir da obra de um escritor, estimular a leitura, associando-a a uma experiência de prazer, descobertas e conhecimento. Em 2013, no quarto ano de sua realização, o Tirando de Letra será desenvolvido a partir da obra do escritor indígena Daniel Munduruku. Daniel pertence ao povo Munduruku, do Norte do Brasil, no coração da floresta amazônica. Sua gente é guerreira e por isso recebeu como apelido esta palavra que significa formigas guerreiras. Ele é educador e escritor indígena com mais de 40 livros publicados. Graduado em Filosofia, tem licenciatura em História e Psicologia, é Doutor em Educação pela USP e Diretor presidente do Instituto UKA - Casa dos Saberes Ancestrais.


Daniel Munduruku (Belém do Pará, 28 de fevereiro de 1964) é um escritor e professor brasileiro. Pertence à etnia indígena mundurucu.
É graduado em filosofia, história e psicologia. Tem mestrado em antropologia social pela Universidade de São Paulo. É doutor em educação pela Universidade de São Paulo . É relações-públicas do Instituto Indígena Brasileiro da Propriedade Intelectual. É diretor-presidente do Instituto Uk'a - a casa dos saberes ancestrais. É conselheiro-executivo do Museu do Índio do Rio de Janeiro. Como escritor, se destaca na área da literatura infantil. É membro da Academia de Letras de Lorena .

O Povo MUNDURUKU




Os Munduruku estão situados em regiões e territórios diferentes nos estados do Pará (sudoeste, calha e afluentes do rio Tapajós, nos municípios de Santarém, Itaituba, Jacareacanga),  Amazonas (leste, rio Canumã, município de Nova Olinda; e próximo a Transamazônica, município de Borba), Mato Grosso (Norte, região do rio dos Peixes, município e Juara). Habitam geralmente regiões de florestas, às margens de rios navegáveis, sendo que as aldeias tradicionais da região de origem ficam nos chamados “campos do Tapajós” , classificados entre as ocorrências de savana no interior da floresta amazônica.
A população munduruku concentra-se majoritariamente na Terra Indígena de mesmo nome, com a maioria das aldeias localizadas no rio Cururu, afluente do Tapajós.  Dados mais recentes sobre sua distribuição populacional e a situação das terras podem ser encontrados ao lado em "Terras habitadas".... Pop:11.630 (2010)


Atualmente, em algumas aldeias ainda são tocadas periodicamente as flautas parasuy, instrumentos importantes na mitologia Munduruku. Mas os tocadores são homens velhos, o que compromete a continuidade da tradição. No entanto, têm surgido por parte dos jovens, especialmente professores e novas lideranças, iniciativas visando a preservação das canções e músicas tradicionais.
A riqueza da cultura Munduruku é extraordinária, incluindo um repertório de canções tradicionais de musicalidade e poesia incomum, que versa sobre relações do cotidiano, frutos, animais etc.  A cosmologia apresenta narrativas que inclui conhecimentos dos astros, constelações e da Via Láctea, chamada kabikodepu, em que são identificadas as estrelas que a compõe.

                                                    Painel fotografico da SALA DE INTERNET

Fotos & materia: Giorgi Denner

terça-feira, 7 de maio de 2013

Governo estuda trazer 6 mil medicos cubanos para o Brasil



http://oglobo.globo.com/pais/governo-estuda-trazer-6-mil-medicos-cubanos-para-brasil-8306790

BRASÍLIA - O governo brasileiro poderá trazer ao Brasil seis mil médicos cubanos, para minimizar o déficit desses profissionais que o país tem, principalmente, em regiões mais carentes. A informação foi dada nesta segunda-feira pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, após se reunir com o chanceler de Cuba, Brun Rodríguez...

Leia mais sobre esse assunto em 


http://oglobo.globo.com/pais/governo-estuda-trazer-6-mil-medicos-cubanos-para-brasil-8306790#ixzz2SeN6tPVB
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. ;;;;;;;;;......sem comentarios mas os links abaixo encerra o assunto:






99,7% dos médicos formados em Cuba são reprovados em teste piloto aplicado pelo governo do Brasil

As “excelências” dos cursos de graduação médica de Cuba começaram a ser testados pelo governo brasileiro, porque no teste piloto deste ano apenas dois dos 628 médicos formados no exterior conseguiram passar. A imensa maioria é de alunos formados em Cuba e na Bolívia.

http://polibiobraga.blogspot.com.br/2010/12/97-dos-medicos-formados-em-cuba-sao.html



Revalida: com 92% reprovados, CFM cobra rigor com 'médicos de fora'

Conselho classifica como desastrosa reprovação de 92% dos médicos


http://noticias.terra.com.br/educacao/revalida-com-92-reprovados-cfm-cobra-rigor-com-medicos-de-fora,d34d67560b19c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html



Médicos reprovados



Revalidação de diplomas médicos